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Sissies February 2, 2010

Posted by Catarina in Uncategorized.
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You’re afraid to change. You’d rather imagine that you can escape instead of actually try. ‘Cause if you fail, then you’ve got nothing. And you give up the chance for something real so that you can hold onto hope. And hope is for sissies.

House

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Provérbios January 22, 2010

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Estes gajos.. Inventam com cada uma…
E, o sol é amarelo para todos, também será um?

Promise me! January 22, 2010

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Quando é que o cativeiro January 16, 2010

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Quando é que o cativeiro
Acabará em mim,
E, próprio dianteiro,
Avançarei enfim?

Quando é que me desato
Dos laços que me dei?
Quando serei um facto?
Quando é que me serei?

Quando, ao virar da esquina
De qualquer dia meu,
Me acharei alma digna
Da alma que Deus me deu?

Quando é que será quando?
Não sei. E até então
Viverei perguntando:
Perguntarei em vão.

What make you go on living? January 1, 2010

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Fucking day November 21, 2009

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Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio. October 26, 2009

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Vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)

Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.

Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.

Sem amores, nem ódios, nem paixões que levantam a voz,
Nem invejas que dão movimento demais aos olhos,
Nem cuidados, porque se os tivesse o rio sempre correria,
E sempre iria ter ao mar.

Amemo-nos tranquilamente, pensando que podiamos,
Se quiséssemos, trocar beijos e abraços e carícias,
Mas que mais vale estarmos sentados ao pé um do outro
Ouvindo correr o rio e vendo-o.

Colhamos flores, pega tu nelas e deixa-as
No colo, e que o seu perfume suavize o momento —
Este momento em que sossegadamente não cremos em nada,
Pagãos inocentes da decadência.

Ao menos, se for sombra antes, lembrar-te-ás de mim depois
Sem que a minha lembrança te arda ou te fira ou te mova,
Porque nunca enlaçamos as mãos, nem nos beijamos
Nem fomos mais do que crianças.

E se antes do que eu levares o óbolo ao barqueiro sombrio,
Eu nada terei que sofrer ao lembrar-me de ti.
Ser-me-ás suave à memória lembrando-te assim — à beira-rio,
Pagã triste e com flores no regaço.

Sentidos August 15, 2009

Posted by Catarina in Uncategorized.
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Nú e delicioso, movimento, energia – querer – fazer, a qualidade da nossa presença… trespassar … Como nos posicionamos e nos deslocamos num espaço definido ou na ausência dele … A compreensão do que queremos mover ou não

Dançar juntos é importante para nos perdermos a nós próprios …

Pensamento do dia July 7, 2009

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“As coisas não ditas têm uma vida menos evidente do que aquelas que foram reveladas pelas palavras, mas assim que adquirem  esta vida não a deixam diminuir por outras palavras apenas.”

Italo Svevo

My stars July 7, 2009

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