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De costas voltadas, não se vê o futuro
Nem o rumo da bala, nem a falha no muro
E alguém me gritava, com voz de profeta
Que o caminho se faz, entre o alvo e a seta…
Quem me leva aos meus fantasmas?
Quem me salva desta espada?
Quem me diz onde é a estrada?
De que serve ter o mapa, se o fim está traçado?
De que serve terra à vista, se o barco está parado?
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