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Le Rondel de l’Adieu December 18, 2010

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Partir, c’est mourir un peu,
C’est mourir à ce qu’on aime :
On laisse un peu de soi-même
En toute heure et dans tout lieu.

C’est toujours le deuil d’un vœu,
Le dernier vers d’un poème :
Partir, c’est mourir un peu !
C’est mourir à ce qu’on aime.

Et l’on part, et c’est un jeu,
Et jusqu’à l’adieu suprême
C’est son âme que l’on sème,
Que l’on sème à chaque adieu !
Partir, c’est mourir un peu…

 

Edmond Haraucourt

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Ousar December 15, 2010

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Caminhada December 5, 2010

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Há momentos em que gostava que alguém me mentisse descaradamente e me desse certezas felizes mas imaginárias.

Porque é que preciso destas certezas falsas? Preciso delas para acreditar? Acreditar? É vazio acreditar em certezas. Esforço-me por acreditar na veracidade destas mentiras, por acreditar na falsa honestidade que impus a quem me está próximo.

Uso estas certezas como medida de fiabilidade? Mas são falsas, não têm fiabilidade. Tão ilógico. Ou recorro-lhes apenas pela minha dificuldade em lidar com o risco? Tudo é um risco. Não há certezas.

Alguns recorrem a deus, que garante que tudo acaba bem, que tudo acontece por um motivo.  E esta certeza hipotética e longínqua faz pessoas levantarem-se todos os dias. E eu? Há muitos dias em que nada me faz levantar.

Paradoxal tudo isto. Que a certeza nos faça agir e a incerteza nos paralise, quando o lógico é precisamente o contrário. Porquê? Porque só interessa onde se chega? Porque tudo depende do que nos motiva.

Se o que nos motiva é a chegada a um determinado sítio, toda a caminhada é acompanhada por um sentimento de obrigação. A caminhada é  apenas um meio necessário para atingir um fim, não possuindo em si qualquer valor.

O risco faz com que ao longo do caminho sejamos acompanhados pela dúvida. Faz com que paremos para nos questionarmos se a caminhada será em vão, se valerá a pena continuar. Questões sem resposta durante a caminhada, mas com resposta clara no final da mesma, bastando olhar à volta. Caso não estejamos no destino pretendido toda a viagem fica, nesse momento, desprovida de qualquer sentido.

Se o que nos motiva é o caminho percorrido, o risco leva-nos a agir. O risco impele-nos a não parar, a ultrapassar o cansaço e a mantermo-nos na rota traçada. Existe sempre a possibilidade de não se atingir o ponto pretendido, mas isso não torna a viagem vã, pois o significado foi ganho ao longo do caminho. O ponto de chegada é apenas uma consequência da viagem.

Mandelbrot October 17, 2010

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http://www.publico.pt/Mundo/morreu-mandelbrot-o-pai-dos-fractais_1461407

 

 

Tech support October 17, 2010

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http://imgs.xkcd.com/comics/tech_support.png


Amazon October 13, 2010

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http://www.publico.pt/Cultura/compras-superiores-a-28-euros-feitas-em-portugal-nao-pagam-portes-na-amazon-britanica_1460700

End of mistery September 10, 2010

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I finally found the lost snail I had as a pet more than 2 years ago..

“A minha mente tem a história que tem” July 16, 2010

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Entrevista  a John Nash. Porque a história não se conta num filme.

Muito bom.

A maior flor do mundo June 20, 2010

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The paradox of choice June 17, 2010

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